Fonte: google Imagens
Vivendo eternamente de metáforas
De devaneios e anseios
De palavras perdidas e frases destoantes
Permaneço aqui nesta solidão constante
Com pessoas que surgem de dentro da densa neblina
E repetem sempre o que seria a minha sina
De nas páginas da minha vida escrevem seus nomes
E desaparecem na mesma neblina que os consome
E ao cair a noite só resta a solidão
As gotas frias caem sobre o oceano
A mais doce metáfora do meu vazio
Cego pelas lembranças que me deixam frio
Entorpecido pela melancolia em dias insanos
Jogado nas sombras longe do calor humano
Continuo meus dias admirando o céu
Procurando nele uma estrela brilhante
Que me faça sorrir por um breve instante
Que me faça feliz mesmo distante
E assim reconstruo o que nunca me pertenceu
Esse coração sonhador que já foi seu
Essa alma quebrada que feliz viveu
Em algum momento num passado de luz
Que ainda ao longe reluz
Me lembrando que o que foi não pode voltar
E que para frente eu preciso olhar
E quem sabe um dia eu possa me curar
E talvez quem sabe
Dessa cura venha a paixão
E enfim se acabe essa solidão
Por Guilherme César
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