------------------------------------------------------------------------------------------------------------
NOTA DO AUTOR: Em Agosto de ano
passado escrevi e postei a história de um rapaz melancólico que buscava
encontrar algo que fizesse sua vida voltar a ter sentido. O sucesso do conto –
Ilusion - foi grande e devido a isso planejo voltar a escrever, uma segunda
temporada, digamos. Contudo, ainda estou formulando o novo enredo, mas para
servir de termômetro, escreverei esporadicamente capítulos aleatórios com cenas
que poderão fazer parte da nova história do Daniel. Se você ler este capítulo e
gostar, saiba que o Ilusion também está disponível para leitura no blog. De
toda forma, fica avisado que este conteúdo é restrito a maiores de 18 anos
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Caminhávamos
sem rumo naquela noite fria de inverno. Eu e Amara, rindo e falando sobre coisas
totalmente sem sentido. Aquela cena se repetira durante várias noites nos
últimos três meses, desde que eu então havia sido convidado para ser seu tutor,
em seu trabalho de literatura. Sim, eu, o poeta melancólico sendo chamado para
ser tutor de alguém. Se bem que a minha melancolia havia passado, isso
finalmente havia mudado depois da Crystal, eu era um homem diferente. E falando
em diferenças, Amara era o oposto da garota da ficção, que por mais que eu
tenha comentado sobre ela, já havia desaparecido da minha vida por muito tempo.
Crystal era, de fato, uma amarga lembrança, uma cicatriz de momentos quentes
que queimaram minha alma. Contudo, tudo que ela representava desapareceu com o
tempo.
Mas
bom, estava falando da Amara, certo? Ela estuda Letras na Excelsior e eu, como
novo escritor da cidade fui convidado para participar do projeto literário
deste semestre. Pois é, nesses últimos dois anos eu até que fiquei famoso,
publiquei meu livro e até ganhei fama escrevendo sobre certas aventuras um
tanto quanto quentes. Junto de mais outros escritores fui chamado para servir
como tutor e através de um sorteio meu destino se uniu ao da tímida garota do
sorriso bonito. Amara tinha um sorriso que se destacava, sem dúvidas. Alta,
magra, seus cabelos loiros chegavam até a altura dos ombros, em ondas. Seu
olhar era meigo, ela era toda meiga. Sempre muito gentil, mais parecia uma
princesa. E eu, queimado por muitos romances frustrados estava me apaixonado
por aquele sorriso, algo que seria no mínimo antiético na minha situação.
Nossos
encontros, como naquela noite, seriam inteiramente focados no tema “faculdade”,
mas ultimamente passávamos pouquíssimo tempo falando sobre aquilo e mais tempo
falando sobre nós mesmos. E a meu ver, Amara não se importava muito de perder
seu tempo comigo, talvez ela nem considerasse perda de tempo. E para mim,
contando que eu pudesse admirar aquele sorriso, o resto não importava.
—Gostaria
de lhe fazer uma pergunta, Dan. —comentou Amara em meio a um sorriso tímido,
logo quando paramos a frente do prédio onde ela morava. Sua voz doce passava um
misto de calma e encanto, como notas lentas saídas de um piano. — Posso?
—Claro.
—sorri. Na presença dela eu tinha o costume de sorrir. O que por si só já era
um sinal que ela me desarmava. — De cunho acadêmico ou pessoal?
—Pessoal.
—ela agora estava parada de frente para mim, Como sempre, desviou o olhar,
bastante encabulada. Seu rosto de feições finas e delicadas havia ficado
levemente vermelho. Algo fácil de notar em alguém com a pele tão branca.
No
fundo eu já desconfiava qual era o assunto que ela iria abordar. Minha velha
intuição indicava que ela iria relembrar sobre um certo acontecimento que
ocorrera na saída da cafeteria, duas noites atrás.
—Vamos
lá, meu anjo. —Anjo, eu tinha o costume de chama-la assim. Visto pelo sorriso
que ela dava sempre que eu dizia, significava que ela gostava daquilo.
—Pergunte, você sabe que sou ansioso e curioso.
Ela
sorriu novamente, seu sorriso tinha o poder de me fazer flutuar. Tão lindo, tão
puro. Ela me olhou fixamente, como se tentando tomar coragem. Seus olhos
castanhos brilhando. Estávamos frente a frente, ela quase da minha altura. O
vento frio nos fazendo estremecer.
—Gostaria
de saber sobre o beijo. —ela desviou o olhar, ficando novamente vermelha. — O...
nosso beijo. Porque me beijou?
O
beijo. Sorri vitorioso. Era justamente isso que minha intuição indicava.
Certamente ela havia ficado balançada com ele. Duas noites antes, quando íamos
nos despedir em frente à cafeteria eu lhe roubei um beijo. Intenso e carinhoso.
Não pude resistir, na ocasião ela estava usando um batom vermelho que deixava
seus lábios finos ainda mais atrativos. Lábios esses que eram macios e
delicados, como tudo nela.
Como esperado
nosso beijo foi seguido de um silêncio repentino, quebrado por um “Nos vemos
depois”. E ficamos sem nos falar até a manhã daquele dia, quando ela me ligou
marcando nosso encontro para tratarmos sobre o projeto. Por mais que eu achasse
que um clima tenso estaria entre nós naquela noite, estava enganado. Tudo
parecia normal, sem nenhum comentário sobre o beijo até aquele momento.
—Eu te beijei,
pois você estava extremamente irresistível. —confessei. — Na verdade a vontade
de te beijar existe desde o momento que conversamos pela primeira vez. Mas ela
tem aumentado assustadoramente neste último mês.
—Você é
bastante sincero. —sussurrou. — Achei que você tentaria ser mais romântico.
Ela parecia
desapontada e eu entendo, minha sinceridade não tinha sido de fato algo
romântico, mas minha tendência a dizer asneiras parecia ter voltado com tudo. E
aquele rosto angelical me fazia perder a linha.
—Sou um poeta
que já teve o coração destruído vezes demais. —murmurei. — Tenho esquecido como
é ser romântico.
—Um pouco de
romantismo não faz mal a ninguém. —comentou me encarando, seu olhar possuía um
misto de pena e carinho. — E um coração que sofreu por amor é digno de voltar a
amar.
—Nisso você
tem razão. —me aproximei lentamente. — Bastou eu ver seu sorriso uma única vez
para saber que meu coração iria querer voltar a amar.
Estávamos
muito perto um do outro. Nossos rostos tão próximos que poderia facilmente
sentir sua respiração. Suas bochechas estavam novamente vermelhas. Seus olhos
inquietos, suas mãos agora estavam apoiadas contra o meu peito, num gesto que
bloqueava meu avanço.
—Isso não é
certo, você é meu tutor... —ela balbuciou. Contudo eu já estava mais próximo,
por mais que suas mãos quisessem me empurrar para longe, ela própria não queria
isso.
Nossos lábios
se encontraram em um beijo suave e caloroso. Minhas mãos foram lentamente até
sua cintura e eu a puxei para mais perto. Intensifiquei o beijo, sentindo o
gosto de seus lábios, tocando sua língua com a minha e colando seu corpo ao
meu. O frio desapareceu, restando apenas o calor de nossos corpos.
—Eu não posso,
não posso. —Amara sussurrou depois do beijo. — Você é o meu tutor...
Nos beijamos
novamente de forma ainda mais intensa. Amara segurava minha nuca com ambas as
mãos, despenteando meu cabelo. Desta vez nos beijamos até perder o ar.
—Não posso...
—Amara me abraçou, tremula. — Não posso me apaixonar por você.
—Deveria ter
dito isso antes que eu me apaixonasse por ti. — comentei com um sorriso tímido.
—Eu tentei,
tentei não me apaixonar. — Amara parecia triste. — No inicio foi fácil, mas a
cada, momento juntos, a cada conversa. Eu estou apaixonada por você, Daniel,
mas você sabe que não podemos nos envolver, é antiético.
—Fazia tempos
que eu não me sentia tão bem em gostar de alguém. — comentei a abraçando forte.
– Que se dane não ser ético, eu não vou desistir de você. – Eu acariciei seu
rosto e a fiz olhar para mim, seus olhos estavam marejados, ela parecia confusa
e assustada com seus próprios sentimentos. — Eu estou apaixonado por você, meu
bem, não tem mais volta.
Ela sorriu e
nesse momento eu a beijei novamente, outro beijo intenso, nossos corpos ainda
mais juntos, unidos naquela noite fria. E assim permanecemos pelo que pareceu
uma eternidade e ao mesmo tempo, meros segundos. Ela conseguiu me fazer perder
a noção do tempo. Foi quando as baladas do relógio da igreja ecoaram indicando
que já era meia noite.
—Nossa, como
está tarde. —comentei depois que paramos de nos beijar. Agora que sabia as
horas tinha noção que havíamos ficado nos beijando por quase uma hora. — Seus
pais devem estar preocupados.
Amara morava
com os pais. A Universitária de 20 anos tinha uma vida feliz com a família.
Viviam naquela cidade desde sempre e a garota do mais belo sorriso pretendia
viver assim, até se casar, pelo que tinha me dito. Os pais dela sempre ficavam
preocupados quando se atrasava, tanto que tentávamos terminar nossas reuniões
mais cedo. Desta vez, contudo, acabamos por perder a hora.
—Meus pais não
estão em casa, foram viajar. Irão passar o final de semana na praia. —me
lembrava dela ter comentado isso anteriormente, mas confesso que havia me
esquecido. — Infelizmente ficarei o fim de semana todo sozinha.
—Trabalhos da
faculdade? —indaguei tentando adivinhar o motivo pelo qual ela havia ficado em
casa.
—Não desta
vez. —ela ficou levemente vermelha. — Eu tinha assuntos para tratar com um
certo escritor, não quis adiar.
—Esse certo
escritor lhe impediu de ter um ótimo fim de semana na praia.
—É mas ele
acabou de me compensar. — Amara voltou a sorrir, me dando um selinho.
—Posso fazer
seu fim de semana ficar ainda melhor. —investi, meu coração disparado. Ela
realmente me deixava sem chão. Eu mais parecia um garotinho que tinha se
apaixonado pela primeira vez.
—Não duvido
disso. —Amara se afastou ajeitando uma mecha de seus cabelos atrás de uma das
orelhas. — Mas acho melhor irmos com calma.
Amara deu um
sorriso tímido e caminhou até a porta de entrada do prédio. Antes de tocar a
maçaneta ela parou e se virou.
—Nos falamos
amanhã, ok? —eu apenas sorri e meneei a cabeça positivamente. Estava frustrado,
mas ainda assim feliz por saber que ela sentia o mesmo que eu. Sendo algo
reciproco, valia a pena esperar. Na verdade, existia algo naquela garota que
fazia valer a pena esperar. — Se cuida, Dan.
—Se cuida, meu
anjo. —acenei me preparando para ir embora.
Logo depois de
abrir o portão, Amara parou, achei aquilo estranho e a esperei entrar. A garota
então se virou e correu ao meu encontro. Me abraçou com força e me beijou de
uma forma tão intensa quanto as anteriores. Aquele beijo simplesmente me tirou
do chão, me fez voar nas nuvens. Logo depois ela se afastou e segurou minha
mão. Com um sorriso tímido ela me encarou, suas pupilas dilatadas, ela me puxou
para a entrada do prédio. Estava atordoado com o beijo e apenas a deixei me
guiar. Subimos em silencio no elevador e quando adentramos ao corredor do nono
andar eu não resisti e a puxei empurrando-a contra a parede. Minhas mãos
agarram sua cintura com força e eu a beijei freneticamente.
Ela suspirava
e se entregava retribuindo os beijos com certo desespero. Estávamos ambos
entregues a paixão, a vontade, ao desejo. Deslizei minha mão por sua barriga e
adentrei em sua blusa, tocando sua pele. Em seguida, enquanto beijava seu
pescoço subi com minha mão. No instante no qual iria tocar seu seio ouvimos o
som do elevador e paramos de súbito. Ficamos ali, paralisados com medo de
sermos pegos em flagrante durante alguns segundos. Quando vimos que não existia
perigo algum caímos na gargalhada e nos afastamos um do outro.
—Parecemos
dois adolescentes. —comentei quebrando o gelo enquanto íamos até a porta de seu
apartamento.
—Me sinto uma
garotinha apaixonada. —Amara sorriu ajeitando suas roupas. — Diga-me, é esse o
efeito que você causa nas garotas?
Ela me encarou
e logo depois destrancou a porta, entrando no apartamento.
—Acredite,
você ainda não viu nada. —pisquei e entrei junto dela.
Logo ao passar
pela porta me deparei com uma sala de jantar conjugada a uma sala de TV, ali
residiam uma grande mesa de madeira entalhada e um belo sofá bege. Um móvel
grande servia de suporte para a TV. Porta-retratos e quadros completavam o
ambiente.
—Venha... —Amara disse de forma sedutora segurando
minha mão e me puxando para o corredor a direita da sala. Segui junto dela até
a primeira das portas. A garota do lindo sorriso abriu e entrou em seu quarto,
acenando para que eu a seguisse.
O cômodo
possuía uma cama de casal e era todo decorado em branco e lilás. Ao lado da
cama que ficava no centro do quarto se encontravam dois criados. De frente para
a cama um guarda-roupa de portas de vidro refletia todo o quarto. O lado
direito uma escrivaninha de madeira branca completava o ambiente. Na parede
oposta uma prateleira servia de recanto para vários livros.
Logo depois de
entrar puxei Amara para junto de mim, abraçando-a por trás. Sua bunda
pressionando contra meu órgão que naquele momento já estava ereto. A segurei
com firmeza, uma das mãos em seu queixo, virando seu rosto para o lado e
deixando seu pescoço a mostra. Estava tomado pelo desejo e meu peito ardia de
paixão. Beijei e chupei seu pescoço enquanto Amara soltava leves gemidos. Seu corpo
se arrepiando a cada toque. Minha outra mão deslizou pelo seu corpo indo em
direção a sua calça. Desabotoei e abri o zíper de seu jeans, dedilhando sua
calcinha e sentindo sua vagina molhada. Enfiei minha mão dentro da roupa e
toquei sua pele úmida de tesão. Amara soltou um gemido alto e se contorceu
quando toquei as extremidades de sua buceta. Esfreguei de leve com a ponta dos
dedos e comecei a acariciar seu clitóris. Seu corpo estremecendo e sua
respiração ficando mais ofegante.
Fui
intensificando os movimentos até finalmente penetrar meu dedo, fazendo-a
enlouquecer. Comecei a masturba-la velozmente e vi a menina tímida se soltando
a cada movimento. Amara gemia sem pudor e se entregava ao prazer. Seus gemidos
estavam me enlouquecendo. Sua voz meiga conseguia ser inimaginavelmente
sedutora.
—Ai Meu Deus!
—exclamou Amara gozando. Seu corpo estremecendo e sua respiração ficando mais
ofegante.
Rapidamente
ela se virou e m beijou, seu corpo estava quente e a excitação aprecia romper
com toda a sua timidez. Amara retirou meu casaco enquanto nos beijávamos,
jogando-o contra o chão. Eu fiz o mesmo com o dela, revelando sua blusa verde
de finas alças. A empurrei contra a escrivaninha, fazendo-a sentar-se sobre o
móvel. Continuávamos nos beijando com tamanha intensidade. Freneticamente,
enlouquecidamente. Retirei minha blusa de algodão preta e deixei que ela caísse
ao chão. Amara tocou meu corpo e me abraçou, beijando meu pescoço. Seus lábios
eram macios e me faziam ter arrepios intensos por todo o corpo.
Puxei sua
blusa e a retirei, deixando a mostra sua pele branca e seu sutiã preto que
contrastava com seu corpo. Abaixei-me e beijei seu busto, meus dedos indo até o
feixe do sutiã e o desabotoando. Libertei seus seios, que não eram fartos, mas
eram incrivelmente atrativos. Toquei os dois com ambas as mãos, apertando e
massageando, fazendo amara suspirar novamente. Apertei os biquinhos de seus
mamilos, que estavam extremamente duros. Puxe-os com força moderada. Amara
gritou delirando de prazer. Aquele grito me deixou ainda mais alucinado. Me
abaixei mais e abocanhei um de seus seios. Deslizei minha língua sobre o
biquinho várias e várias vezes. Suguei com força, lambi e arranquei vários
gemidos da tímida garota.
Segurando meus
cabelos Amara gemida desesperadamente. Levantei meu rosto e a beijei novamente,
segurando suas coxas e a levantando da mesa. Carreguei ela em meus braços e a
depositei na cama. Logo ao fazer isto ela colocou suas mãos sobre seu jeans e o
retirou jogando-o de lado. Sua calcinha branca estava muito molhada. Eu já
havia me perdido em meio ao desejo que me consumia. Abaixei minhas calças e as
retirei junto de minha cueca box. Meu pênis duro exposto, latejando de tesão.
Amara suspirou mais uma vez me encarando e retirou sua calcinha. Sua buceta rosada
era tentadora. Engatinhei sobre a cama e abri suas pernas, beijei sua virilha e
depois mordi. Em seguida comecei a passar a ponta de minha língua entre seus
lábios, indo da extremidade ao centro e tocando seu clitóris.
—Isso, assim.
—gemeu amara quando comecei a lamber seu clitóris.
Chupei com
voracidade sua buceta, sem parar, esfregando minha barba áspera em sua virilha,
arrancando-lhe suspiros e gritos. Amara pedia por mais e eu continuava
desesperadamente, lambendo seu ponto de prazer e fazendo-a enlouquecer.
Enquanto chupava usei um dos dedos para lhe penetrar novamente. Enfiando e
retirando o dedo de forma rápida e forte. Sentindo o gosto de seu tesão,
sorvendo de cada gota de seu prazer. Antes que ela gozasse novamente eu me
levantei e avancei até sua boca, beijando-a com vontade.
Nossos corpos
entrelaçados, corações disparados. Depois de alguns minutos nos beijando Amara
me empurrou para o lado e se debruçou sobre o meu pênis. Colocou-o em sua boca
e começou a me chupar, parando apenas para me lamber. A cada toque de sua
língua na glande eu estremecia. Seus movimentos rápidos, subindo e descendo,
segurando meu membro com força.
—Vire-se.
—pedi interrompendo seu oral. Amara apenas consentiu e mudou de posição,
ficando totalmente por cima de mim, sua buceta próxima de meu rosto.
Ficamos ali,
chupando um ao outro. Ela lambendo meu pênis e eu abocanhando sua buceta, sem
parar. Parando apenas para gemer em momentos de extremo prazer. Ambos delirando
tal intensidade da situação. Eu agarrava e apertava sua bunda deliciosa,
puxando seu corpo contra o meu e penetrando minha linga. Bebendo todo o seu
liquido e me deliciando a cada movimento.
Mais uma vez
amara estremeceu e gozou, deixando com que eu me lambuzasse em seu prazer. A
garota então parou de me chupar e começou a me masturbar de forma rápida, eu
estava muito excitado e poderia gozar a qualquer momento, mas eu queria mais e
mais. Puxei seu corpo para junto ao meu novamente e a virei. Beijei sua boca e
a abracei com força, virando-a contra a ama e ficando por cima. Amara abriu
suas pernas e as entrelaçou em minha
cintura. Comecei a me esfregar contra seu corpo, meu pênis pressionando contra
sua vagina. O ritmo aumentando e intensificando nossos suspiros e gemidos.
—Mete, por
favor. —ela pediu ofegante.
Me afastei e
puxei minha calça, retirando minha carteira. Dentro da carteira sempre trazia
comigo uma camisinha, hábito de anos. Rasguei o envelope e coloquei o
preservativo. Me debrucei novamente sobre Amara e me posicionei segurando meu
pênis e penetrando em sua buceta. A garota do lindo sorriso gritou e me abraçou
com força. Penetrei até o fundo e retrocedi, repeti o movimento uma, duas, três
vezes. Amara estava novamente com as suas pernas em volta da minha cintura,
nossos corpos unidos, intensifiquei ainda mais os movimentos. A cada golpe
ecoava um gemido. Eu sentia um liquido escorrer sobre meu pênis, ela estava
cada vez mais olhada e aquilo me alucinava.
—Mais rápido,
vai. —implorou sussurrando em meu ouvido. Um arrepio percorreu meu corpo novamente.
Penetrei com
mais força e mais rápido fazendo-a gritar alto. Continuei metendo cada vez mais
rápido, Amara enlouquecida de prazer e eu prestes a gozar. Nossos corpos
suados, em frenesi. Sentia o orgasmo se aproximando, estava tomado por aquele
prazer inigualável.
—Vou gozar.
—ela gritou se contorcendo e cravando as unhas em minhas costas. Continuei mais
rápido e me soltei, permitindo-me gozar.
Um último
suspiro irrompeu o ar. Sorrindo eu retirei meu pênis de dentro dela e a
abracei. Nos beijamos carinhosamente. Me deitei ao seu lado e ela me abraçou.
Permanecemos ali, sem dizer palavra alguma por vários minutos. Ambos tentando
recuperar o ar. Sorrindo feito bobos. Totalmente entregues ao amor que surgira
a tão pouco tempo e já se tornara tão intenso. O inicio de uma história escrita
pelo destino...
[CONTINUA ...]

Nenhum comentário:
Postar um comentário