segunda-feira, 4 de maio de 2015

[+18 Conto] Forever – Suspiros em uma noite fria

Por Guilherme César





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NOTA DO AUTOR: Em Agosto de ano passado escrevi e postei a história de um rapaz melancólico que buscava encontrar algo que fizesse sua vida voltar a ter sentido. O sucesso do conto – Ilusion - foi grande e devido a isso planejo voltar a escrever, uma segunda temporada, digamos. Contudo, ainda estou formulando o novo enredo, mas para servir de termômetro, escreverei esporadicamente capítulos aleatórios com cenas que poderão fazer parte da nova história do Daniel. Se você ler este capítulo e gostar, saiba que o Ilusion também está disponível para leitura no blog. De toda forma, fica avisado que este conteúdo é restrito a maiores de 18 anos
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       Caminhávamos sem rumo naquela noite fria de inverno. Eu e Amara, rindo e falando sobre coisas totalmente sem sentido. Aquela cena se repetira durante várias noites nos últimos três meses, desde que eu então havia sido convidado para ser seu tutor, em seu trabalho de literatura. Sim, eu, o poeta melancólico sendo chamado para ser tutor de alguém. Se bem que a minha melancolia havia passado, isso finalmente havia mudado depois da Crystal, eu era um homem diferente. E falando em diferenças, Amara era o oposto da garota da ficção, que por mais que eu tenha comentado sobre ela, já havia desaparecido da minha vida por muito tempo. Crystal era, de fato, uma amarga lembrança, uma cicatriz de momentos quentes que queimaram minha alma. Contudo, tudo que ela representava desapareceu com o tempo.

       Mas bom, estava falando da Amara, certo? Ela estuda Letras na Excelsior e eu, como novo escritor da cidade fui convidado para participar do projeto literário deste semestre. Pois é, nesses últimos dois anos eu até que fiquei famoso, publiquei meu livro e até ganhei fama escrevendo sobre certas aventuras um tanto quanto quentes. Junto de mais outros escritores fui chamado para servir como tutor e através de um sorteio meu destino se uniu ao da tímida garota do sorriso bonito. Amara tinha um sorriso que se destacava, sem dúvidas. Alta, magra, seus cabelos loiros chegavam até a altura dos ombros, em ondas. Seu olhar era meigo, ela era toda meiga. Sempre muito gentil, mais parecia uma princesa. E eu, queimado por muitos romances frustrados estava me apaixonado por aquele sorriso, algo que seria no mínimo antiético na minha situação.
        Nossos encontros, como naquela noite, seriam inteiramente focados no tema “faculdade”, mas ultimamente passávamos pouquíssimo tempo falando sobre aquilo e mais tempo falando sobre nós mesmos. E a meu ver, Amara não se importava muito de perder seu tempo comigo, talvez ela nem considerasse perda de tempo. E para mim, contando que eu pudesse admirar aquele sorriso, o resto não importava.
        —Gostaria de lhe fazer uma pergunta, Dan. —comentou Amara em meio a um sorriso tímido, logo quando paramos a frente do prédio onde ela morava. Sua voz doce passava um misto de calma e encanto, como notas lentas saídas de um piano. — Posso?
        —Claro. —sorri. Na presença dela eu tinha o costume de sorrir. O que por si só já era um sinal que ela me desarmava. — De cunho acadêmico ou pessoal?
       —Pessoal. —ela agora estava parada de frente para mim, Como sempre, desviou o olhar, bastante encabulada. Seu rosto de feições finas e delicadas havia ficado levemente vermelho. Algo fácil de notar em alguém com a pele tão branca.
       No fundo eu já desconfiava qual era o assunto que ela iria abordar. Minha velha intuição indicava que ela iria relembrar sobre um certo acontecimento que ocorrera na saída da cafeteria, duas noites atrás.
          —Vamos lá, meu anjo. —Anjo, eu tinha o costume de chama-la assim. Visto pelo sorriso que ela dava sempre que eu dizia, significava que ela gostava daquilo. —Pergunte, você sabe que sou ansioso e curioso.
          Ela sorriu novamente, seu sorriso tinha o poder de me fazer flutuar. Tão lindo, tão puro. Ela me olhou fixamente, como se tentando tomar coragem. Seus olhos castanhos brilhando. Estávamos frente a frente, ela quase da minha altura. O vento frio nos fazendo estremecer.
        —Gostaria de saber sobre o beijo. —ela desviou o olhar, ficando novamente vermelha. — O... nosso beijo. Porque me beijou?
           O beijo. Sorri vitorioso. Era justamente isso que minha intuição indicava. Certamente ela havia ficado balançada com ele. Duas noites antes, quando íamos nos despedir em frente à cafeteria eu lhe roubei um beijo. Intenso e carinhoso. Não pude resistir, na ocasião ela estava usando um batom vermelho que deixava seus lábios finos ainda mais atrativos. Lábios esses que eram macios e delicados, como tudo nela.
Como esperado nosso beijo foi seguido de um silêncio repentino, quebrado por um “Nos vemos depois”. E ficamos sem nos falar até a manhã daquele dia, quando ela me ligou marcando nosso encontro para tratarmos sobre o projeto. Por mais que eu achasse que um clima tenso estaria entre nós naquela noite, estava enganado. Tudo parecia normal, sem nenhum comentário sobre o beijo até aquele momento.
—Eu te beijei, pois você estava extremamente irresistível. —confessei. — Na verdade a vontade de te beijar existe desde o momento que conversamos pela primeira vez. Mas ela tem aumentado assustadoramente neste último mês.
—Você é bastante sincero. —sussurrou. — Achei que você tentaria ser mais romântico.
Ela parecia desapontada e eu entendo, minha sinceridade não tinha sido de fato algo romântico, mas minha tendência a dizer asneiras parecia ter voltado com tudo. E aquele rosto angelical me fazia perder a linha.
—Sou um poeta que já teve o coração destruído vezes demais. —murmurei. — Tenho esquecido como é ser romântico.
—Um pouco de romantismo não faz mal a ninguém. —comentou me encarando, seu olhar possuía um misto de pena e carinho. — E um coração que sofreu por amor é digno de voltar a amar.
—Nisso você tem razão. —me aproximei lentamente. — Bastou eu ver seu sorriso uma única vez para saber que meu coração iria querer voltar a amar.
Estávamos muito perto um do outro. Nossos rostos tão próximos que poderia facilmente sentir sua respiração. Suas bochechas estavam novamente vermelhas. Seus olhos inquietos, suas mãos agora estavam apoiadas contra o meu peito, num gesto que bloqueava meu avanço.
—Isso não é certo, você é meu tutor... —ela balbuciou. Contudo eu já estava mais próximo, por mais que suas mãos quisessem me empurrar para longe, ela própria não queria isso.
Nossos lábios se encontraram em um beijo suave e caloroso. Minhas mãos foram lentamente até sua cintura e eu a puxei para mais perto. Intensifiquei o beijo, sentindo o gosto de seus lábios, tocando sua língua com a minha e colando seu corpo ao meu. O frio desapareceu, restando apenas o calor de nossos corpos.
—Eu não posso, não posso. —Amara sussurrou depois do beijo. — Você é o meu tutor...
Nos beijamos novamente de forma ainda mais intensa. Amara segurava minha nuca com ambas as mãos, despenteando meu cabelo. Desta vez nos beijamos até perder o ar.
—Não posso... —Amara me abraçou, tremula. — Não posso me apaixonar por você.
—Deveria ter dito isso antes que eu me apaixonasse por ti. — comentei com um sorriso tímido.
—Eu tentei, tentei não me apaixonar. — Amara parecia triste. — No inicio foi fácil, mas a cada, momento juntos, a cada conversa. Eu estou apaixonada por você, Daniel, mas você sabe que não podemos nos envolver, é antiético.
—Fazia tempos que eu não me sentia tão bem em gostar de alguém. — comentei a abraçando forte. – Que se dane não ser ético, eu não vou desistir de você. – Eu acariciei seu rosto e a fiz olhar para mim, seus olhos estavam marejados, ela parecia confusa e assustada com seus próprios sentimentos. — Eu estou apaixonado por você, meu bem, não tem mais volta.
Ela sorriu e nesse momento eu a beijei novamente, outro beijo intenso, nossos corpos ainda mais juntos, unidos naquela noite fria. E assim permanecemos pelo que pareceu uma eternidade e ao mesmo tempo, meros segundos. Ela conseguiu me fazer perder a noção do tempo. Foi quando as baladas do relógio da igreja ecoaram indicando que já era meia noite.
—Nossa, como está tarde. —comentei depois que paramos de nos beijar. Agora que sabia as horas tinha noção que havíamos ficado nos beijando por quase uma hora. — Seus pais devem estar preocupados.
Amara morava com os pais. A Universitária de 20 anos tinha uma vida feliz com a família. Viviam naquela cidade desde sempre e a garota do mais belo sorriso pretendia viver assim, até se casar, pelo que tinha me dito. Os pais dela sempre ficavam preocupados quando se atrasava, tanto que tentávamos terminar nossas reuniões mais cedo. Desta vez, contudo, acabamos por perder a hora.
—Meus pais não estão em casa, foram viajar. Irão passar o final de semana na praia. —me lembrava dela ter comentado isso anteriormente, mas confesso que havia me esquecido. — Infelizmente ficarei o fim de semana todo sozinha.
—Trabalhos da faculdade? —indaguei tentando adivinhar o motivo pelo qual ela havia ficado em casa.
—Não desta vez. —ela ficou levemente vermelha. — Eu tinha assuntos para tratar com um certo escritor, não quis adiar.
—Esse certo escritor lhe impediu de ter um ótimo fim de semana na praia.
—É mas ele acabou de me compensar. — Amara voltou a sorrir, me dando um selinho.
—Posso fazer seu fim de semana ficar ainda melhor. —investi, meu coração disparado. Ela realmente me deixava sem chão. Eu mais parecia um garotinho que tinha se apaixonado pela primeira vez.
—Não duvido disso. —Amara se afastou ajeitando uma mecha de seus cabelos atrás de uma das orelhas. — Mas acho melhor irmos com calma.
Amara deu um sorriso tímido e caminhou até a porta de entrada do prédio. Antes de tocar a maçaneta ela parou e se virou.
—Nos falamos amanhã, ok? —eu apenas sorri e meneei a cabeça positivamente. Estava frustrado, mas ainda assim feliz por saber que ela sentia o mesmo que eu. Sendo algo reciproco, valia a pena esperar. Na verdade, existia algo naquela garota que fazia valer a pena esperar. — Se cuida, Dan.
—Se cuida, meu anjo. —acenei me preparando para ir embora.
Logo depois de abrir o portão, Amara parou, achei aquilo estranho e a esperei entrar. A garota então se virou e correu ao meu encontro. Me abraçou com força e me beijou de uma forma tão intensa quanto as anteriores. Aquele beijo simplesmente me tirou do chão, me fez voar nas nuvens. Logo depois ela se afastou e segurou minha mão. Com um sorriso tímido ela me encarou, suas pupilas dilatadas, ela me puxou para a entrada do prédio. Estava atordoado com o beijo e apenas a deixei me guiar. Subimos em silencio no elevador e quando adentramos ao corredor do nono andar eu não resisti e a puxei empurrando-a contra a parede. Minhas mãos agarram sua cintura com força e eu a beijei freneticamente.
Ela suspirava e se entregava retribuindo os beijos com certo desespero. Estávamos ambos entregues a paixão, a vontade, ao desejo. Deslizei minha mão por sua barriga e adentrei em sua blusa, tocando sua pele. Em seguida, enquanto beijava seu pescoço subi com minha mão. No instante no qual iria tocar seu seio ouvimos o som do elevador e paramos de súbito. Ficamos ali, paralisados com medo de sermos pegos em flagrante durante alguns segundos. Quando vimos que não existia perigo algum caímos na gargalhada e nos afastamos um do outro.
—Parecemos dois adolescentes. —comentei quebrando o gelo enquanto íamos até a porta de seu apartamento.
—Me sinto uma garotinha apaixonada. —Amara sorriu ajeitando suas roupas. — Diga-me, é esse o efeito que você causa nas garotas?
Ela me encarou e logo depois destrancou a porta, entrando no apartamento.
—Acredite, você ainda não viu nada. —pisquei e entrei junto dela.
Logo ao passar pela porta me deparei com uma sala de jantar conjugada a uma sala de TV, ali residiam uma grande mesa de madeira entalhada e um belo sofá bege. Um móvel grande servia de suporte para a TV. Porta-retratos e quadros completavam o ambiente.
—Venha...  —Amara disse de forma sedutora segurando minha mão e me puxando para o corredor a direita da sala. Segui junto dela até a primeira das portas. A garota do lindo sorriso abriu e entrou em seu quarto, acenando para que eu a seguisse.
O cômodo possuía uma cama de casal e era todo decorado em branco e lilás. Ao lado da cama que ficava no centro do quarto se encontravam dois criados. De frente para a cama um guarda-roupa de portas de vidro refletia todo o quarto. O lado direito uma escrivaninha de madeira branca completava o ambiente. Na parede oposta uma prateleira servia de recanto para vários livros.
Logo depois de entrar puxei Amara para junto de mim, abraçando-a por trás. Sua bunda pressionando contra meu órgão que naquele momento já estava ereto. A segurei com firmeza, uma das mãos em seu queixo, virando seu rosto para o lado e deixando seu pescoço a mostra. Estava tomado pelo desejo e meu peito ardia de paixão. Beijei e chupei seu pescoço enquanto Amara soltava leves gemidos. Seu corpo se arrepiando a cada toque. Minha outra mão deslizou pelo seu corpo indo em direção a sua calça. Desabotoei e abri o zíper de seu jeans, dedilhando sua calcinha e sentindo sua vagina molhada. Enfiei minha mão dentro da roupa e toquei sua pele úmida de tesão. Amara soltou um gemido alto e se contorceu quando toquei as extremidades de sua buceta. Esfreguei de leve com a ponta dos dedos e comecei a acariciar seu clitóris. Seu corpo estremecendo e sua respiração ficando mais ofegante.
Fui intensificando os movimentos até finalmente penetrar meu dedo, fazendo-a enlouquecer. Comecei a masturba-la velozmente e vi a menina tímida se soltando a cada movimento. Amara gemia sem pudor e se entregava ao prazer. Seus gemidos estavam me enlouquecendo. Sua voz meiga conseguia ser inimaginavelmente sedutora.
—Ai Meu Deus! —exclamou Amara gozando. Seu corpo estremecendo e sua respiração ficando mais ofegante.
Rapidamente ela se virou e m beijou, seu corpo estava quente e a excitação aprecia romper com toda a sua timidez. Amara retirou meu casaco enquanto nos beijávamos, jogando-o contra o chão. Eu fiz o mesmo com o dela, revelando sua blusa verde de finas alças. A empurrei contra a escrivaninha, fazendo-a sentar-se sobre o móvel. Continuávamos nos beijando com tamanha intensidade. Freneticamente, enlouquecidamente. Retirei minha blusa de algodão preta e deixei que ela caísse ao chão. Amara tocou meu corpo e me abraçou, beijando meu pescoço. Seus lábios eram macios e me faziam ter arrepios intensos por todo o corpo.
Puxei sua blusa e a retirei, deixando a mostra sua pele branca e seu sutiã preto que contrastava com seu corpo. Abaixei-me e beijei seu busto, meus dedos indo até o feixe do sutiã e o desabotoando. Libertei seus seios, que não eram fartos, mas eram incrivelmente atrativos. Toquei os dois com ambas as mãos, apertando e massageando, fazendo amara suspirar novamente. Apertei os biquinhos de seus mamilos, que estavam extremamente duros. Puxe-os com força moderada. Amara gritou delirando de prazer. Aquele grito me deixou ainda mais alucinado. Me abaixei mais e abocanhei um de seus seios. Deslizei minha língua sobre o biquinho várias e várias vezes. Suguei com força, lambi e arranquei vários gemidos da tímida garota.
Segurando meus cabelos Amara gemida desesperadamente. Levantei meu rosto e a beijei novamente, segurando suas coxas e a levantando da mesa. Carreguei ela em meus braços e a depositei na cama. Logo ao fazer isto ela colocou suas mãos sobre seu jeans e o retirou jogando-o de lado. Sua calcinha branca estava muito molhada. Eu já havia me perdido em meio ao desejo que me consumia. Abaixei minhas calças e as retirei junto de minha cueca box. Meu pênis duro exposto, latejando de tesão. Amara suspirou mais uma vez me encarando e retirou sua calcinha. Sua buceta rosada era tentadora. Engatinhei sobre a cama e abri suas pernas, beijei sua virilha e depois mordi. Em seguida comecei a passar a ponta de minha língua entre seus lábios, indo da extremidade ao centro e tocando seu clitóris.
—Isso, assim. —gemeu amara quando comecei a lamber seu clitóris.
Chupei com voracidade sua buceta, sem parar, esfregando minha barba áspera em sua virilha, arrancando-lhe suspiros e gritos. Amara pedia por mais e eu continuava desesperadamente, lambendo seu ponto de prazer e fazendo-a enlouquecer. Enquanto chupava usei um dos dedos para lhe penetrar novamente. Enfiando e retirando o dedo de forma rápida e forte. Sentindo o gosto de seu tesão, sorvendo de cada gota de seu prazer. Antes que ela gozasse novamente eu me levantei e avancei até sua boca, beijando-a com vontade.
Nossos corpos entrelaçados, corações disparados. Depois de alguns minutos nos beijando Amara me empurrou para o lado e se debruçou sobre o meu pênis. Colocou-o em sua boca e começou a me chupar, parando apenas para me lamber. A cada toque de sua língua na glande eu estremecia. Seus movimentos rápidos, subindo e descendo, segurando meu membro com força.
—Vire-se. —pedi interrompendo seu oral. Amara apenas consentiu e mudou de posição, ficando totalmente por cima de mim, sua buceta próxima de meu rosto.
Ficamos ali, chupando um ao outro. Ela lambendo meu pênis e eu abocanhando sua buceta, sem parar. Parando apenas para gemer em momentos de extremo prazer. Ambos delirando tal intensidade da situação. Eu agarrava e apertava sua bunda deliciosa, puxando seu corpo contra o meu e penetrando minha linga. Bebendo todo o seu liquido e me deliciando a cada movimento.
Mais uma vez amara estremeceu e gozou, deixando com que eu me lambuzasse em seu prazer. A garota então parou de me chupar e começou a me masturbar de forma rápida, eu estava muito excitado e poderia gozar a qualquer momento, mas eu queria mais e mais. Puxei seu corpo para junto ao meu novamente e a virei. Beijei sua boca e a abracei com força, virando-a contra a ama e ficando por cima. Amara abriu suas pernas e as entrelaçou  em minha cintura. Comecei a me esfregar contra seu corpo, meu pênis pressionando contra sua vagina. O ritmo aumentando e intensificando nossos suspiros e gemidos.
—Mete, por favor. —ela pediu ofegante.
Me afastei e puxei minha calça, retirando minha carteira. Dentro da carteira sempre trazia comigo uma camisinha, hábito de anos. Rasguei o envelope e coloquei o preservativo. Me debrucei novamente sobre Amara e me posicionei segurando meu pênis e penetrando em sua buceta. A garota do lindo sorriso gritou e me abraçou com força. Penetrei até o fundo e retrocedi, repeti o movimento uma, duas, três vezes. Amara estava novamente com as suas pernas em volta da minha cintura, nossos corpos unidos, intensifiquei ainda mais os movimentos. A cada golpe ecoava um gemido. Eu sentia um liquido escorrer sobre meu pênis, ela estava cada vez mais olhada e aquilo me alucinava.
—Mais rápido, vai. —implorou sussurrando em meu ouvido. Um arrepio percorreu meu corpo novamente.
Penetrei com mais força e mais rápido fazendo-a gritar alto. Continuei metendo cada vez mais rápido, Amara enlouquecida de prazer e eu prestes a gozar. Nossos corpos suados, em frenesi. Sentia o orgasmo se aproximando, estava tomado por aquele prazer inigualável.
—Vou gozar. —ela gritou se contorcendo e cravando as unhas em minhas costas. Continuei mais rápido e me soltei, permitindo-me gozar.
Um último suspiro irrompeu o ar. Sorrindo eu retirei meu pênis de dentro dela e a abracei. Nos beijamos carinhosamente. Me deitei ao seu lado e ela me abraçou. Permanecemos ali, sem dizer palavra alguma por vários minutos. Ambos tentando recuperar o ar. Sorrindo feito bobos. Totalmente entregues ao amor que surgira a tão pouco tempo e já se tornara tão intenso. O inicio de uma história escrita pelo destino...



[CONTINUA ...]

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