Por
Guilherme César
Oi,
como vão?
Eu
sou um andarilho, muito prazer.
Passo
meus dias vagando sem ter
Aquilo
que anseio para viver
Caminho
em busca de emoção,
De
algo que me faça verdadeiramente sentir então
Que
não seja mais uma decepção
Que
não seja mais uma ilusão
Ando
batendo de coração em coração
Em
busca de abrigo, calor, paixão.
Mendigando
nada mais que atenção
Mendigando
por alguém que me acolha em seu coração
Sou
um poeta que vive bêbado
Embriagado
em sentimentos dos mais variados
Aos
farrapos de tanto sofrer
Machucado
por tão intenso ser
Alguém
que vive em busca de sentir
Aquela
sensação pura que nos faz sorrir
Um
andarilho que vaga a procura de amor
Que
busca a cura para a sua dor
Amaldiçoado
por não conseguir ser normal
Fadado
a ser um ser desigual
Vivendo
em repetidos erros
Enlouquecendo
em seu próprio desespero
Incapaz
de simplesmente ser simples
Incapaz
de viver como qualquer um
Obrigado
a se afogar em sua própria mente
Envolto
de pensamentos insistentes
Esse
sou eu, um poeta andarilho.
Vivendo
a vida fora dos trilhos
Procurando
eternamente um coração
Que
finalmente me livre da solidão.

Nenhum comentário:
Postar um comentário