sábado, 6 de abril de 2013

Devaneios de uma madrugada fria (part I)




“Segundos que se congelam no instante em que te vejo, momentaneamente o mundo ao meu redor passa a ser em preto e branco, sem cores, sem som, sem vibração. Num lapso temporal minha alma é sugada para o vazio e eu, assisto de longe meu corpo se congelar a sua frente.”


by: Guilherme César

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